Do roteiro à edição, criamos comerciais em vídeo com inteligência artificial: peças reais, com cara de produtora, prontas para você veicular — por cerca de 10% do custo de uma produção tradicional.
Comercial para TV, YouTube, redes sociais e ponto de venda. Usamos IA para escrever o roteiro, gerar as cenas, a locução e a trilha — e entregamos um vídeo pronto para veicular, no prazo e no custo que a produção tradicional não acompanha.
Durante décadas, o que impediu a empresa média de anunciar em vídeo nunca foi falta de ideia. Era o custo da produção física: diária de equipe, elenco, locação, cenografia, equipamento, deslocamento. A criação sempre foi a parte barata; a filmagem é que era proibitiva.
É exatamente essa camada que a IA derruba. O trabalho intelectual continua — conceito, roteiro, direção, curadoria, edição — e é ele que decide se o comercial vende. O que sai da conta é a logística de uma diária de filmagem.
Somos uma agência premiada por inovação, e tratamos IA como técnica de produção, não como argumento de venda. O cliente não compra "um vídeo feito com IA": compra um comercial que funciona.
Qualidade de produtora por uma fração do preço. A comparação é com produção tradicional equivalente — o que desaparece é a produção física, não o trabalho criativo.
O que sai da conta
Não é falta de vontade. São quatro barreiras que, até pouco tempo atrás, só grandes anunciantes conseguiam atravessar.
Orçamento de produtora começa em um patamar que não cabe no plano de mídia de empresa média. Sobra dinheiro para veicular ou para produzir — nunca para os dois.
Entre aprovar roteiro, agendar equipe, filmar e finalizar, passam semanas. Quando o vídeo fica pronto, a data comemorativa já passou e a oferta virou outra.
Uma vez filmado, mudar qualquer coisa significa remarcar tudo. Isso engessa a peça: ninguém testa variação, ninguém corrige a chamada que não funcionou.
O mesmo vídeo horizontal era jogado no Reels, no Shorts e no anúncio. Cada canal tem formato, duração e lógica próprios — e a peça única rende pouco em todos.
A tecnologia executa; a direção decide. Confundir as duas coisas é o motivo de tanto vídeo gerado por IA parecer amador.
A IA gera as cenas a partir da descrição de cada plano, produz a locução, compõe trilha e ajuda no acabamento — legendas, cortes, variações de formato. É a parte que antes exigia estúdio, equipe e agenda.
O que não mudou é o que sempre decidiu se um comercial funciona: qual é a promessa, para quem, em que ordem a informação aparece e o que a pessoa deve fazer nos três segundos finais. Nenhum modelo resolve isso — ele executa bem uma decisão que já foi tomada.
Existe ainda a curadoria, que é onde mora a diferença de qualidade. Para cada cena aprovada, várias foram descartadas por erro de anatomia, iluminação inconsistente ou expressão estranha. Quem entrega o primeiro resultado gerado entrega vídeo com cara de IA.
A IA executa
A direção decide
Nem todo vídeo publicitário é o mesmo trabalho. Estes são os cenários em que a economia e a velocidade viram vantagem competitiva de verdade.
Preço muda, estoque acaba, promoção troca toda semana. Produzir rápido e refazer barato é mais valioso aqui do que em qualquer outro segmento.
Anunciar no momento certo vale mais do que anunciar perfeito um mês depois. A janela de lançamento não espera agenda de produtora.
Aquele vídeo que a empresa adia há anos porque nunca cabe no orçamento. Conceito, narração e imagens que comunicam porte sem diária de filmagem.
Aérea, cidade estrangeira, ambiente industrial, época diferente. O que exigiria autorização, viagem e seguro vira uma descrição de cena.
Várias versões da mesma peça para descobrir qual chamada converte melhor. Testar deixou de custar uma nova produção inteira.
A mesma ideia adaptada de verdade para TV, YouTube, Reels e Ads — cada uma com a duração e o enquadramento que o canal pede.
Conceito criativo e definição da promessa da campanha
Roteiro publicitário com oferta e chamada para ação
Storyboard aprovado antes da produção
Geração e curadoria das cenas, plano a plano
Locução profissional com IA, no tom da marca
Trilha sonora e efeitos
Legendas, animações e aplicação da identidade visual
Integração de imagens reais do seu produto, quando necessário
Versões de 15s e 30s, além de cortes para redes
Formatos para TV, YouTube, Reels/Shorts, Meta e Google Ads
Versão legendada para reprodução sem som
Arquivo final nas especificações de cada canal
Definimos a mensagem, a oferta, o público e onde a peça vai rodar. Comercial para TV e corte para Reels não nascem do mesmo jeito, e essa decisão é tomada agora.
Escrevemos o roteiro e desenhamos plano a plano. Você aprova aqui, antes da produção — é a etapa que evita retrabalho caro depois.
Geramos cada plano com IA e descartamos o que não passa no teste de qualidade. Quando o produto real precisa aparecer com fidelidade, integramos imagens verdadeiras.
Produzimos a narração no tom definido para a marca e a trilha que sustenta o ritmo da peça.
Edição, legendas, identidade visual e ajuste fino de ritmo. É na montagem que um conjunto de cenas boas vira um comercial.
Cortes por canal, formatos e durações, dentro das especificações técnicas de cada veículo. Você recebe pronto para subir ou para enviar à emissora.
Saber o que a tecnologia não faz bem é o que impede a peça de sair com cara de amadora. Estes são os limites reais que respeitamos na direção.
Expressão sutil e microdetalhe de pele entregam a origem da imagem. Resolvemos com enquadramento, duração de plano e escolha de recurso — ou com filmagem real.
Embalagem e rótulo específicos saem parecidos, não idênticos. Nesses casos integramos fotos e vídeos verdadeiros do produto às cenas geradas.
Palavra gerada dentro da cena costuma sair embaralhada. Todo texto que precisa ser lido entra na edição, com tipografia da marca.
Só com autorização expressa e por escrito, com finalidade e prazo definidos — inclusive para sócios e funcionários da empresa contratante.
O impacto de um comercial de produtora sem a produção física, que é onde mora a maior parte da conta.
Do briefing ao arquivo final em uma fração do tempo — a campanha entra no ar enquanto a oferta ainda é a oferta.
Refazer uma cena custa uma fração de uma refilmagem. Isso libera testar variação em vez de apostar tudo em uma versão.
Aérea, exterior, ambiente industrial ou outra época — sem viagem, autorização de locação nem seguro.
Versões nativas para TV, YouTube, Reels e Ads — não o mesmo vídeo horizontal cortado às pressas.
Agência premiada por inovação: a tecnologia é meio, e o que decide o resultado continua sendo conceito e roteiro.
O comercial fica com "cara de IA"?
Fica quando alguém aceita o primeiro resultado gerado. O que denuncia uma peça malfeita é quase sempre o mesmo: rosto em close com expressão estranha, mão com dedo a mais, texto embaralhado dentro da imagem e continuidade quebrada entre planos. Nosso trabalho é contornar esses limites na direção — escolhendo enquadramento, ritmo e recurso que a tecnologia executa bem — e descartar o que não passa. O critério de aprovação é simples: se a cena não convence em tela cheia, ela não entra.
Como funciona o direito de imagem e de voz?
Rosto e voz de pessoa real só entram com autorização expressa e por escrito, com finalidade e prazo definidos. Não recriamos imagem nem voz de ninguém sem consentimento — inclusive de sócios e funcionários da empresa contratante, que também precisam autorizar formalmente. Personagens fictícios gerados por IA não têm esse problema, e são o caminho padrão quando não há cessão de direitos envolvida.
Posso veicular o comercial na TV aberta?
Sim. Entregamos o arquivo final nas especificações técnicas exigidas, incluindo versões de 15 e 30 segundos. Vale lembrar que cada emissora e cada praça tem exigências próprias de entrega e prazos de aprovação — quando a TV faz parte do plano, avise no briefing para já produzirmos dentro do padrão pedido.
E se eu precisar do meu produto real aparecendo?
Produto físico com identidade específica — embalagem, rótulo, formato exato — é onde a geração puramente por IA erra mais, porque o modelo recria algo parecido e não idêntico. A solução é combinar: integramos fotos e vídeos reais do produto às cenas geradas. É um trabalho híbrido que entrega fidelidade total onde ela importa e mantém a economia no resto da produção.
Quanto tempo leva do briefing ao comercial pronto?
Uma peça de escopo definido costuma ficar pronta em poucos dias úteis, contra as semanas de uma produção tradicional com elenco, locação e equipe. O prazo cresce conforme a quantidade de versões, a exigência de fidelidade para produtos reais e o número de rodadas de aprovação. A vantagem prática é outra: alterar uma cena depois de pronto deixou de ser problema de refilmagem.
Quantas alterações estão incluídas?
O número de rodadas fica definido na proposta, e ele é generoso justamente porque refazer uma cena com IA custa uma fração de uma diária remarcada. O que evita rodadas desnecessárias não é limitar o cliente: é aprovar roteiro e storyboard antes da produção. Mudança de conceito depois do vídeo montado é o único tipo de alteração realmente cara.
Por que cerca de 10% do custo? O que exatamente sai mais barato?
O que desaparece é a produção física: diária de equipe, elenco, locação, cenografia, equipamento, deslocamento e alimentação — que num comercial tradicional costumam pesar mais do que a criação. O que permanece é o trabalho intelectual: conceito, roteiro, direção, curadoria e finalização. Por isso a comparação é com produção tradicional equivalente, e por isso dizemos cerca de 10%: depende do que a peça exige.
Conte a sua campanha e receba um orçamento — com prazo e valor que cabem no seu bolso.